18 de janeiro de 2012

Exílio

Manhã, de Edvard Munch


Para Thiago Lins

Mesmo trancada em meu quarto,
não tenho refúgio,
uma terrível lacuna me persegue:
sou eu que sigo
ou o mundo que segue?

10 comentários:

  1. Meu muito obrigado, caríssima. Um belo poema. Aquele abraço. T

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  2. Ah! Como eu gosto de ler isso!

    Obrigada!!!

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  3. Ah! Como eu gosto de vir aqui!!!

    Obrigada, Lidi!!!

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  4. Muito bom Lidi.
    Poema sábio.

    Um abraço,
    Clarissa Macedo.

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  5. A realidade nos empurra em um quarto alugado.


    abraço´s

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  6. Vivemos mesmo em exílio eterno, Lidi. Saudades de você também.Bjos

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  7. Lidi, belo poema!! Levamos para os refúgios (lugar para onde se foge para escapar...) um mundo tão grande (prenhe de ontem, de hoje e de possibilidades futuras)que talvez, por isso, por nunca nos esvaziarmos de nós mesmos, jamais teremos refúgio (proteção, amparo, quietude)!! Parabéns, amiga!!! Bjs Sol

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  8. Gosto dos seus poemas. Curtos e cheios de energia, Lidi. Aqui há uma pulsação subvertendo as palavras numa indagação que revela o sentimento que vai n´alma do poeta.
    Como é bom perceber que com tão poucas palavras você diz muito.
    Ab.,
    José Carlos

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  9. Sabe, Lidiane, não me lembro desde quando comecei a te acompanhar. Só quero te dizer que é nítido o teu amadurecimento e é muito bom vir aqui para te ler, especialmente quando a poesia é tua.
    Bj

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  10. Lidi...
    Coisa linda esse poema..Me tocou muito..
    Um cheiro..
    Pity..

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