20 de maio de 2012

Inspiração















Diante de uma folha em branco
- naquela nebulosa tarde -
decidi escrever um poema.

Com a ponta da caneta no papel
inscrevi ali minha vontade,
apenas.

10 comentários:

  1. É tão angustiante o desejo de escrever diante de um folha em branco. E você, Lidi, nos presenteia com um poema tão leve, como diria Calvino se pudesse lê-lo.

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    1. Obrigada, amiga Érica. Leve é a tua poesia! Bjs

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  2. Inscrever pela vontade e necessidade de expressão do poético, uma potência "que o poeta percebe"; mas a concretização como objeto, num simples e (as vezes) pobre artefato poético pode não dar conta desse sentir puro. Um bom metapoema, parabéns. Beijos e saudações minhas.

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    1. Grata pela leitura, Claudio. Saudações.

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  3. Da vontade há de jorrar letras com muitas tintas.
    beijos :)

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  4. Lidi,

    Nesses momentos rimbaudianos, não contenha as dobras do papel, nem as pálpebras e libere as paixões que as palavras escoam, como o fez agora, dizendo-as sem dizê-las, estão entreditas.
    Abr.,
    José Carlos

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    1. Eu sempre as libero, José Carlos, e elas escoam, de uma forma ou de outra. Obrigada por tudo. Um grande abraço.

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  5. Eis a leveza de Lidi!! Saudades!! Bjks Sol

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    1. Obrigada, minha amiga. Saudades. Bjs

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